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Tecnologia: 5 dicas para inserir ferramentas digitais em suas aulas

Levar ferramentas digitais para as aulas parece um desafio muito grande para a maioria dos docentes e para as escolas brasileiras. Temos muito a avançar, começando por romper barreiras de infraestrutura, conectividade e formação docente continuada.

E como perder o medo novo? Como superar as dificuldades e levar as ferramentas digitais para a sala de aula? Não existe uma receita pronta! O primeiro passo para que isso ocorra é uma mudança de atitude em nós, professores, compreendendo que  inserir ferramentas digitais é uma possibilidade de reinventar a Educação e integrar áreas do conhecimento. O objetivo de seu uso é formar pessoas com conhecimentos variados, desenvolvendo habilidades, como as competências gerais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), pautadas nas competências socioemocionais e com foco para preparar nossos alunos para os desafios futuros.

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Alunos aprendem mais quando se sentem seguros e constroem laços com professores.

Congresso da Associação Americana de Pesquisas Educacionais, em Toronto, reafirmou que emoção é crucial para o aprendizado.

Alunos aprendem mais quando se sentem seguros e constroem relações de confiança e respeito com os professores. Emoção e aprendizagem, portanto, precisam ser consideradas no processo educativo. Essas foram as principais conclusões de uma das mais concorridas mesas do congresso da Associação Americana de Pesquisas Educacionais (Aera, na sigla em inglês), em Toronto, no Canadá. As afirmações podem soar óbvias, mas reafirmá-las, a partir de novas e robustas evidências, é importante num contexto em que políticas públicas educacionais em diversos países tendem a separar essas duas dimensões, colocando o aprendizado de disciplinas tradicionais como mais importante do que o bem-estar dos alunos.

Para Linda Darling-Hammond, a evidência dos estudos precisa ser melhor entendida por escolas e formuladores de políticas públicas. “Sabemos, pela maneira como o cérebro funciona, que para o aprendizado ocorrer de forma efetiva precisamos nos sentir seguros e conectados. Aprendemos muito mais quando vivenciamos emoções positivas do que negativas. Isso tem implicações para o que fazemos nas escolas.” Para ela, as evidências da neurociência, da pedagogia e da psicologia indicam que, no processo educativo, é fundamental olhar para a criança e o adolescente em todas as dimensões.

Como a principal interação com adultos na escola acontece com os professores, a relação que esses dois atores constroem é essencial tanto para o sucesso acadêmico quanto ao longo da vida. Numa revisão de 46 estudos publicados em revistas científicas, o australiano Daniel Quin identificou que relações positivas com os professores estavam associadas a melhores notas e a menos faltas, evasão, suspensões.

Professores se beneficiam também, destaca a jornalista Sarah Sparks num artigo em que cita um estudo publicado no “Jornal Europeu de Psicologia da Educação”. A pesquisa mostrou que a qualidade da relação dos professores com os alunos era o fator que mais impactava no estresse ou satisfação dos docentes.

Estudos no Brasil têm destacado a importância da relação entre jovens e professores, que não deve ser confundida com vínculos de amizade ou professores que passam a mão na cabeça dos alunos. No livro “Juventudes na Escola, Sentidos e Buscas: Por Que Frequentam”, Miriam Abramovay, Mary Garcia Castro e Julio Jacobo Waiselfisz identificaram que as principais características valorizadas pelos estudantes brasileiros em relação aos professores são dar boas aulas, dialogar e responder dúvidas e questões, sempre com respeito.

Desenvolver a empatia nos professores e alunos precisa estar entre as prioridades até mesmo daqueles que estão preocupados só com o desempenho acadêmico. Para isso acontecer, é preciso não apenas boa vontade e formação, mas apoio às escolas para que possam desenvolver um bom clima.

Num estudo sobre as características dos diretores mais associadas ao desempenho dos alunos, Elaine Allensworth (Universidade de Chicago) e James Sebastian (Universidade de Missouri) assim resumem a importância de construir um ambiente seguro e baseado em relações de respeito: “Evidências sobre a ciência da aprendizagem sugerem que relacionamentos, emoções e interações sociais são centrais para o processo educacional. Líderes ansiosos para melhorar ganhos de aprendizagem em suas escolas devem considerar fortemente o quanto eles estão trabalhando para melhorar a sensação de segurança e bem-estar dos alunos”.

Fonte: O Globo

Estilo de aprendizagem: um dos maiores mitos da Educação atual.

Todo mundo que tenha interesse na área de educação provavelmente conhece alguma teoria sobre os estilos de aprendizagem. Não é raro ouvir alunos contando que são mais visuais, auditivos, entre outros, na hora de aprender. Pesquisas recentes, no entanto, estão colocando em xeque tais teorias, afirmando que as pessoas possuem sim habilidades diferentes, mas que o uso delas não reflete necessariamente em um aprendizado maior. Seria o estilo de aprendizagem um dos maiores mitos da Educação atual?

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